RFID em bibliotecas: Como o RFID pode modernizar bibliotecas

Quase todo mundo já fez um empréstimo de livros em uma biblioteca e assistiu um bibliotecário digitalizar cada um por código de barras. Para uma grande quantidade, isso pode levar algum tempo – há também todo um trabalho que bibliotecários fazem nos bastidores, como a digitalização de todos os novos livros e verificação de inventário a cada dia. Além disso, as atuais soluções de gestão revelam-se ineficiente quando um livro é furtado.

Como resultado, as bibliotecas começaram gradualmente a implementar a tecnologia RFID. Sobrepondo de muitas maneiras os sistemas de código de barras atuais, oferecendo uma solução simplificada de segunda geração. Como as etiquetas RFID e os scanners podem levar as bibliotecas ao próximo nível?

Infelizmente, alguns usuários roubam materiais da biblioteca – alguns os devolvem mais tarde, enquanto outros os mantêm permanentemente. Embora códigos de barras possam identificar quando algo está atrasado, o que acontece quando alguém tira um livro ou um DVD da prateleira e não o valida? Uma etiqueta RFID, nesta área, fornece dados sobre:

– Dotar a biblioteca de uma solução RFID permite verificar se o livro foi emprestado e, em caso afirmativo, por quem e quando. Se não foi, ter a etiqueta RFID pode ajudar a rastrear rapidamente o exemplar no ambiente. Além disso, podem ser instalados portais que monitoram a saída de exemplares não autorizados.

Os scanners RFID identificam e processam todos os dados do livro muito mais rapidamente do que um leitor de código de barras – esqueça de várias digitalizações ou digitação de números. Os scanners RFID podem ler vários itens em uma pilha ao mesmo tempo. Como resultado, quando um usuário seleciona um grande número de livros, um bibliotecário pode apenas fazer uma pilha inteira em um movimento, ao invés de digitalizar cada item individualmente. Juntos, diz-se que esses processos reduzem, no mínimo 50%, o tempo das operações executadas pelos bibliotecários.

Análises de prateleira mais rápidas Ao monitorar o inventário de uma biblioteca, o bibliotecário geralmente precisa digitalizar cada livro individualmente. Porque o código de barras poderia ser localizado em sua lateral ou, ainda menos eficientemente, em uma página interna, este processo também despende uma quantidade significativa de tempo. Assim, para complementar os benefícios RFID, a solução a otimização do procedimento de check-out, significa que:

O bibliotecário não precisa tirar todos os livros da prateleira para acompanhar o inventário. Em vez disso, o scanner automaticamente detecta e grava dados das etiquetas RFID. Se um livro não está no seu lugar correto, obter os dados rapidamente pode deixar o bibliotecário saber que ele foi movido e onde ele deve ir. Se os livros precisam ser classificados em uma sequência específica, os dados ainda permitem ao usuário saber quais itens não estão na ordem correta.

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